Tudo lançado ao vento.
Nada a que se prender,
Ou mesmo pretender.
Tudo ao vento!
Nada me pertence..
E tudo nunca me pertencera.
Tudo que tenho abriga-se no peito.
Segredos!
Amores!
Devaneios!
Amores impossiveis.
Fechar os olhos,
E ver o escuro.
Ver as estrelas,
O escuro do céu!
Fechar os olhos,
Sentir as lágrimas.
Abrir os olhos,
Sentir o corpo ao vento.
Tudo pertence ao tempo.
Tempo de Ser!
Vero Beach, fl
31/12/2013.
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